M atemática é vida.
A vida é unica.
T enha coragem e tente resolver alguns problemas da vida.
E sta é a sua chance de aprender.
M atemática não é um bicho de sete cabeças.
A coisa mais fácil para aprender matemática é se sentar, ler, compreender e exercitar.
T entar resolver problemas difíceis é uma boa alternativa.
I maginar problemas é bom.
C ompreendê-los é muito bom para uma coisa: Aprender.
A arte principal da vida é a MATEMÁTICA.
(Beatriz da Silva Carneiro)
Há quem diga que todas as noites são de sonhos. Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão. No fundo, isto não tem muita importância. O que interessa mesmo não é a noite em si, são os sonhos. Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado. William Shakespeare
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010

Amor Infinito
O bom senso deseja loucura
A desordem, estrutura
O silêncio deseja o grito
O amor, o infinito
A alma deseja ser pura
A raiva deseja bravura
A vontade, abertura
O tédio deseja o agito
O amor, o infinito
A culpa deseja cura
O rancor deseja ternura
O remorso, a doçura
A rotina deseja o conflito
O amor, o infinito
Os olhos desejam procura
O erro deseja postura
A noite, aventura
O real deseja o mito
O amor, o infinito
A paixão deseja jura
O perfeito deseja fissura
A certeza, tontura
A paz deseja o conflito
O amor, o infinito
A regra deseja rotura
O puro deseja mistura
A tristeza, clausura
Tudo deseja o bonito
O amor o infinito
A poesia deseja soltura
Vai amor infinito
Dá à poesia soltura
quinta-feira, 11 de março de 2010

APRENDENDO COM O FILME UMA MENTE BRILHANTE.
O FILME UMA MENTE BRILHANTE
ESCRITO PELO PROF. ALZIR FOURNY MARINHOS.
NO TRANSCORRER DO FILME APARECEM, NO VITRÔ, SÍMBOLOS MATEMÁTICOS SEM NENHUM ENCADEAMENTO LÓGICO.
John Nash (Russell Crowe) é um gênio da matemática que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade e o tornou aclamado no meio onde atuava. Mas aos poucos o belo e arrogante John Nash se transforma em um sofrido e atormentado homem, que chega até mesmo a ser diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos que o tratam. Porém, após anos de luta para se recuperar, ele consegue retornar à sociedade e acaba sendo premiado com o Nobel.
ERROS MATEMÁTICOS NO FILME
No filme, ao escreverem no vitrô algumas representações matemáticas, fazem de forma errada.
Escrevem vários intervalos errados.
Um intervalo é uma representação de um segmento da reta real ou de toda a reta real que podem ter os extremos do intervalo incluído ou não.
Ao escrever [ 1, - 1 ], erram. Deveriam escrever [ -1, 1]. Desta forma define-se o intervalo da reta corretamente.
Ao escreverem [ -1 , - oo] erram duplamente. Deveriam escrever [ -1, + oo[.
O intervalo que tem + oo ou - oo deve ser aberto. Não tem cotas superiores ou inferiores, não sendo limitado superiormente ou inferiormente. Logo não pode ser fechado. Se não é limitado não pode ser fechado.
Entende-se que um intervalo limitado pode ser aberto ou fechado, como ] -2, 5[ ou [ -2, 5]. Os dois são limitados. A diferença que o primeiro não tem máximo e nem mínimo enquanto o segundo tem máximo igual a 5 e mínimo igual a -2.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
POESIA MATEMÁTICA (Millôr Fernandes)
À folhas tantas
Do livro matemático
Um Quociente apaixonou-se
Um dia
Doidamente
Por uma incógnita
Olhou-a com seu olhar inumerável
E viu-a, do Ápice à Base,
Uma figura ímpar;
Olhos rombóides, boca trapezóide,
Corpo octogonal, seios esferóides,
Fez da sua
Uma vida
Paralela à dela
Até que se encontraram
No infinito.
“Quem és tu”, indagou ele
Com ânsia radical.
“Sou a soma do quadrado dos catetos
Mas pode me chamar de hipotenusa.”
E de falarem descobriram quem eram
- O que, em aritmética, corresponde
A alma irmãs –
Primos-entre-si.
E assim se amaram
Ao quadrado da velocidade da luz
Numa sexta potenciação
Traçando
Ao sabor do momento
E da paixão
Retas, curvas, círculos e linhas senoidais.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidianas.
E os exegetas do Universo Infinito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E, enfim, resolveram se casar
Constituir um lar.
Mais que um lar,
Uma perpendicular.
Convidaram para padrinhos
O Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
Sonhando com uma felicidade
Integral
E diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones.
Muito engraçadinhos.
E foram felizes
Até aquele dia
Em que tudo, afinal,
Vira monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
Freqüentador de Círculos Concêntricos.
Viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
Uma Grandeza Absoluta,
E reduziu-a a um Denominador Comum.
Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais Um Todo,
Uma Unidade. Era o Triângulo,
Tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era a fração
Mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
E tudo que era espúrio passou a ser
Moralidade
Como, aliás, em qualquer
Sociedade.
Do livro matemático
Um Quociente apaixonou-se
Um dia
Doidamente
Por uma incógnita
Olhou-a com seu olhar inumerável
E viu-a, do Ápice à Base,
Uma figura ímpar;
Olhos rombóides, boca trapezóide,
Corpo octogonal, seios esferóides,
Fez da sua
Uma vida
Paralela à dela
Até que se encontraram
No infinito.
“Quem és tu”, indagou ele
Com ânsia radical.
“Sou a soma do quadrado dos catetos
Mas pode me chamar de hipotenusa.”
E de falarem descobriram quem eram
- O que, em aritmética, corresponde
A alma irmãs –
Primos-entre-si.
E assim se amaram
Ao quadrado da velocidade da luz
Numa sexta potenciação
Traçando
Ao sabor do momento
E da paixão
Retas, curvas, círculos e linhas senoidais.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidianas.
E os exegetas do Universo Infinito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E, enfim, resolveram se casar
Constituir um lar.
Mais que um lar,
Uma perpendicular.
Convidaram para padrinhos
O Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
Sonhando com uma felicidade
Integral
E diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones.
Muito engraçadinhos.
E foram felizes
Até aquele dia
Em que tudo, afinal,
Vira monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
Freqüentador de Círculos Concêntricos.
Viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
Uma Grandeza Absoluta,
E reduziu-a a um Denominador Comum.
Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais Um Todo,
Uma Unidade. Era o Triângulo,
Tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era a fração
Mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
E tudo que era espúrio passou a ser
Moralidade
Como, aliás, em qualquer
Sociedade.
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