quinta-feira, 9 de setembro de 2010

MATEMÁTICA

M atemática é vida.
A vida é unica.
T enha coragem e tente resolver alguns problemas da vida.
E sta é a sua chance de aprender.
M atemática não é um bicho de sete cabeças.
A coisa mais fácil para aprender matemática é se sentar, ler, compreender e exercitar.
T entar resolver problemas difíceis é uma boa alternativa.
I maginar problemas é bom.
C ompreendê-los é muito bom para uma coisa: Aprender.
A arte principal da vida é a MATEMÁTICA.



(Beatriz da Silva Carneiro)

segunda-feira, 22 de março de 2010


Amor Infinito

O bom senso deseja loucura
A desordem, estrutura
O silêncio deseja o grito
O amor, o infinito
A alma deseja ser pura

A raiva deseja bravura
A vontade, abertura
O tédio deseja o agito
O amor, o infinito
A culpa deseja cura

O rancor deseja ternura
O remorso, a doçura
A rotina deseja o conflito
O amor, o infinito
Os olhos desejam procura

O erro deseja postura
A noite, aventura
O real deseja o mito
O amor, o infinito
A paixão deseja jura

O perfeito deseja fissura
A certeza, tontura
A paz deseja o conflito
O amor, o infinito
A regra deseja rotura

O puro deseja mistura
A tristeza, clausura
Tudo deseja o bonito
O amor o infinito
A poesia deseja soltura

Vai amor infinito
Dá à poesia soltura

quinta-feira, 11 de março de 2010


APRENDENDO COM O FILME UMA MENTE BRILHANTE.

O FILME UMA MENTE BRILHANTE

ESCRITO PELO PROF. ALZIR FOURNY MARINHOS.





NO TRANSCORRER DO FILME APARECEM, NO VITRÔ, SÍMBOLOS MATEMÁTICOS SEM NENHUM ENCADEAMENTO LÓGICO.



John Nash (Russell Crowe) é um gênio da matemática que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade e o tornou aclamado no meio onde atuava. Mas aos poucos o belo e arrogante John Nash se transforma em um sofrido e atormentado homem, que chega até mesmo a ser diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos que o tratam. Porém, após anos de luta para se recuperar, ele consegue retornar à sociedade e acaba sendo premiado com o Nobel.



ERROS MATEMÁTICOS NO FILME



No filme, ao escreverem no vitrô algumas representações matemáticas, fazem de forma errada.

Escrevem vários intervalos errados.

Um intervalo é uma representação de um segmento da reta real ou de toda a reta real que podem ter os extremos do intervalo incluído ou não.

Ao escrever [ 1, - 1 ], erram. Deveriam escrever [ -1, 1]. Desta forma define-se o intervalo da reta corretamente.

Ao escreverem [ -1 , - oo] erram duplamente. Deveriam escrever [ -1, + oo[.

O intervalo que tem + oo ou - oo deve ser aberto. Não tem cotas superiores ou inferiores, não sendo limitado superiormente ou inferiormente. Logo não pode ser fechado. Se não é limitado não pode ser fechado.

Entende-se que um intervalo limitado pode ser aberto ou fechado, como ] -2, 5[ ou [ -2, 5]. Os dois são limitados. A diferença que o primeiro não tem máximo e nem mínimo enquanto o segundo tem máximo igual a 5 e mínimo igual a -2.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

POESIA MATEMÁTICA (Millôr Fernandes)

À folhas tantas
Do livro matemático
Um Quociente apaixonou-se
Um dia
Doidamente
Por uma incógnita

Olhou-a com seu olhar inumerável
E viu-a, do Ápice à Base,
Uma figura ímpar;
Olhos rombóides, boca trapezóide,
Corpo octogonal, seios esferóides,
Fez da sua
Uma vida
Paralela à dela
Até que se encontraram
No infinito.
“Quem és tu”, indagou ele
Com ânsia radical.

“Sou a soma do quadrado dos catetos
Mas pode me chamar de hipotenusa.”

E de falarem descobriram quem eram
- O que, em aritmética, corresponde
A alma irmãs –
Primos-entre-si.

E assim se amaram
Ao quadrado da velocidade da luz
Numa sexta potenciação
Traçando
Ao sabor do momento
E da paixão
Retas, curvas, círculos e linhas senoidais.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidianas.
E os exegetas do Universo Infinito.

Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.

E, enfim, resolveram se casar
Constituir um lar.
Mais que um lar,
Uma perpendicular.

Convidaram para padrinhos
O Poliedro e a Bissetriz.

E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
Sonhando com uma felicidade
Integral
E diferencial.

E se casaram e tiveram uma secante e três cones.

Muito engraçadinhos.
E foram felizes
Até aquele dia
Em que tudo, afinal,
Vira monotonia.

Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
Freqüentador de Círculos Concêntricos.
Viciosos.

Ofereceu-lhe, a ela,
Uma Grandeza Absoluta,
E reduziu-a a um Denominador Comum.

Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais Um Todo,
Uma Unidade. Era o Triângulo,
Tanto chamado amoroso.

Desse problema ela era a fração
Mais ordinária.

Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
E tudo que era espúrio passou a ser
Moralidade
Como, aliás, em qualquer
Sociedade.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010


“O sonho é próprio de todos nós.
Não há nenhuma realidade,
sem que antes, se tenha
sonhado com ela.”

Senador Teotônio Vilela
Menestrel das Alagoas